Tarayana - Depoimento de Ana Tania Lopes Sampaio

Ana Tania Lopes Sampaio é Professora e estudante do Programa Educacional de Tara Dhatu Sul América,  facilitadora nível 1.

Ela escreveu…

 

Conheci a prática da Dança das 21 qualidades de Tara através de Zeninha, amiga-irmã de Brasília, através dela comecei a freqüentar a Sanga de Brasília coordenada pela Mestra Myri em quem me inspirei e me encontrei. A freqüência mensal a prática (ia mensalmente de Natal a Brasília) me encantou. Em abril de 2013 trouxemos a Natal Myri e a Prema Dasara, realizamos o “1º Workshop da Dança Meditativa de Tara”, foi um sucesso.

 

Em maio de 2014 realizamos o 2º Whorkshop da Dança Meditativa de Tara em Natal, com a presença da Prema e Myri, foi outro sucesso. Em 2015 implantei, como membro da Tara Dhatu Sul América, na condição de Estudante-professora, sentido o efeito positivo da prática na nossa qualidade de vida, decidimos então, oportunizar esta prática de empoderamento e autocura as/aos usuários do SUS, no Centro de Atenção e Pesquisa em Práticas Integrativas e Complementares-CAPPIC da Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN (aonde sou professora e pesquisadora). Inquietava-me como professora e pesquisadora perceber o grande número de usuárias/usuários do CAPPIC com crises existenciais, problemas de auto-estima, stress, desequilíbrio, daí então, consultei Myri se poderia implantar um grupo, facilitado por mim, no CAPPIC/UFRN como um Projeto social da Taradhatusulamérica, recebi a autorização e hoje vivenciamos uma experiência lindíssima de alto impacto social na vida e saúde das pessoas.

 

É maravilhoso poder, através do circulo da mandala de Tara, associar dança à meditação, possibilitando assim uma Prática Corporal Transdisciplinar de autoformação humanescente  que promove saúde e autocura. São emocionantes e variados os depoimentos dos praticantes, pessoas humildes, sofridas, alguns doentes, que despertam a criatividade, o sentimento de unidade, comunhão e a ligação às dimensões mais interiores do Ser Humano. O grupo que inicialmente era apenas de mulheres com depressão, hoje se ampliou para os usuários (mulheres e homens, usuários e trabalhadores) do CAPPIC/UFRN.  A Experiência pessoal, vivencial e humanescente como membro da Taradhatusulamérica, tornou-se projeto de extensão/pesquisa como professora e pesquisadora da UFRN.

 

OM TARE!